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"Simplesmente,VIVA!!"

Artigo | Autoestima
Psicanalista com foco em poder ajudar a recuperação da autoestima,fazendo com que as pessoas possam se redescobrir como seres humanos,valorizando-se,dando a importância merecida e percebendo o quanto vale à pena viver,sorrir e amar!!
Dinheiro, Subjetividade e Relações: Uma Leitura Psicanalítica da Gestão Financeira

Dinheiro, Subjetividade e Relações: Uma Leitura Psicanalítica da Gestão Financeira

Artigo | Dinheiro
Este artigo propõe uma reflexão sobre a gestão financeira a partir da escuta clínica psicanalítica, compreendendo o dinheiro não apenas como um recurso material, mas como um elemento estruturante da subjetividade e das relações humanas. A análise evidencia que a forma como o sujeito lida com seus recursos financeiros está diretamente ligada à sua história de vida, às suas construções psíquicas e aos padrões internalizados ao longo das experiências familiares e sociais. A partir da vivência clínica, observa-se que a má gestão financeira ultrapassa a dimensão econômica, manifestando-se como um sintoma que impacta significativamente a capacidade de sustentar vínculos afetivos, projetos pessoais e trajetórias profissionais. Casos recorrentes de endividamento, impulsividade e desorganização revelam padrões de repetição que, muitas vezes, estão associados a conflitos inconscientes e à transmissão psíquica intergeracional. O estudo também destaca que a dificuldade financeira não está necessariamente relacionada à baixa renda, mas à forma como o sujeito se posiciona diante do dinheiro. Enquanto alguns indivíduos, mesmo com recursos limitados, conseguem desenvolver uma gestão equilibrada, outros, mesmo com altos rendimentos, permanecem em ciclos de descontrole e fracasso financeiro. Por fim, o artigo aponta que a transformação dessa realidade exige mais do que técnicas de organização financeira, demandando um processo de conscientização e elaboração psíquica. Nesse sentido, a boa gestão financeira é compreendida como um elemento fundamental para a promoção da saúde emocional, da autonomia e da construção de relações mais conscientes e sustentáveis.
Entre o desejo de ser amado e o medo de se perder no outro

Entre o desejo de ser amado e o medo de se perder no outro

Artigo | Relacionamento
Uma reflexão sobre os vínculos amorosos, as expectativas emocionais que projetamos nas relações e os limites entre amor e dependência afetiva. O texto aborda como inseguranças, medo de abandono e necessidade de validação podem influenciar a forma de amar e de permanecer nos relacionamentos.
Quando o luto não termina apenas com a perda

Quando o luto não termina apenas com a perda

Artigo | Luto

Uma reflexão sobre o luto para além da perda de pessoas, abordando ausências emocionais, mudanças internas e sofrimentos silenciosos que atravessam a experiência humana. O texto propõe pensar como determinadas perdas continuam produzindo efeitos na forma de sentir, existir e se relacionar consigo e com o mundo.

Entre o que escondemos e o que buscamos em nós mesmos

Entre o que escondemos e o que buscamos em nós mesmos

Artigo | Comportamento, pensamentos intrusivos
As exigências internas que carregamos ao longo da vida e a dificuldade de construir uma relação mais leve consigo mesmo. Entre autocobrança, ausência emocional e necessidade constante de corresponder às expectativas externas, o artigo propõe reflexões sobre autenticidade, limites e reconexão subjetiva.
SONHOS: Entre Revelações e o Inconsciente Humano

SONHOS: Entre Revelações e o Inconsciente Humano

Artigo | Outro
Este artigo propõe uma reflexão sobre o significado dos sonhos a partir do diálogo entre a tradição espiritual e a psicanálise. Inicialmente, aborda-se a compreensão dos sonhos como instrumentos de revelação e orientação presentes nos relatos bíblicos, nos quais o sonho assume um caráter simbólico e, para muitos, divino. Em seguida, o texto apresenta a perspectiva psicanalítica inaugurada por Sigmund Freud, que compreende o sonho como manifestação do inconsciente e via de acesso a desejos reprimidos. A discussão é ampliada com as contribuições de Carl Gustav Jung, que introduz a dimensão dos arquétipos e do inconsciente coletivo, e de Wilfred Bion, que relaciona o sonhar à capacidade de pensar e elaborar experiências emocionais. A partir de uma perspectiva clínica e integrativa, a autora propõe compreender o sonho como um espaço de interseção entre o psíquico e o simbólico, onde experiências internas podem, também, ser significadas à luz da espiritualidade do sujeito. Destaca-se, assim, a importância dos sonhos como instrumentos de escuta, elaboração e transformação no desenvolvimento humano.
Cadê você? Onde está a essência de quem você realmente é?

Cadê você? Onde está a essência de quem você realmente é?

Blog | Outro
Reflexão sobre a nossa verdadeira essência.
Liberdade e Responsabilidade: O que Sartre Revela Sobre Quem Você Realmente É

Liberdade e Responsabilidade: O que Sartre Revela Sobre Quem Você Realmente É

Artigo | Autoaceitação
Você escolhe quem é — ou deixa os outros escolherem por você? Sartre mostrou que liberdade e responsabilidade são inseparáveis. Entender isso pode mudar a forma como você toma decisões.
Autoconhecimento

Autoconhecimento

Blog | Autocuidado
Buscar autoconhecimento leva tempo — e exige disposição para lidar com o que não se encaixa no ideal. Às vezes, mais do que “se conhecer”, é preciso se permitir desconhecer-se.
ARQUITETURAS DO CUIDADO PSIQUÍCO: Distinções e Diálogos entre Psiquiatria, Psicologia e Psicanálise

ARQUITETURAS DO CUIDADO PSIQUÍCO: Distinções e Diálogos entre Psiquiatria, Psicologia e Psicanálise

Artigo | Outro
O presente artigo analisa as distinções e os pontos de convergência entre psiquiatria, psicologia e psicanálise no campo da saúde mental. A psiquiatria, como especialidade médica, concentra-se no diagnóstico e tratamento dos transtornos mentais sob uma perspectiva biológica, utilizando principalmente intervenções medicamentosas. A psicologia, por sua vez, atua na compreensão e modificação de comportamentos, emoções e cognições, por meio de abordagens psicoterapêuticas estruturadas. Já a psicanálise se dedica à escuta do inconsciente e à investigação da subjetividade, buscando a elaboração profunda do sofrimento psíquico. Apesar de suas diferenças teóricas e metodológicas, essas áreas dialogam na centralidade do sujeito e na possibilidade de atuação integrada. O estudo destaca que a articulação entre esses saberes favorece um cuidado mais amplo e eficaz, evitando reducionismos e promovendo a integralidade no atendimento em saúde mental. Assim, conclui-se que não se trata de práticas concorrentes, mas complementares, cuja integração potencializa os resultados terapêuticos e o bem-estar do indivíduo.
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