Energias: nem tudo o que você sente nasceu em você...

Contágio emocional, relações humanas e a sensação de absorver a energia dos outros

Resumo

Este artigo propõe uma reflexão sobre a influência das pessoas e dos ambientes em nossas emoções, comportamentos, escolhas e trajetórias. Partindo da expressão popular “energia”, investiga-se por que determinados encontros nos fortalecem, enquanto outros despertam cansaço, tensão ou desconforto. A análise aproxima relatos ainda não comprovados cientificamente de fenômenos reconhecidos pela psicologia, como contágio emocional, empatia, comunicação não verbal, identificação, projeção, introjeção e transferência. Aborda-se também a experiência das chamadas “pessoas-esponja”, altamente sensíveis ao clima emocional ao seu redor e, por vezes, incapazes de distinguir aquilo que nasceu em seu interior daquilo que foi despertado na convivência. Sem afirmar que o meio determina completamente o destino, o texto demonstra como relações e ambientes podem limitar, fortalecer ou redirecionar uma vida. Afinal, nem tudo o que sentimos começou em nós, mas tudo o que permanece precisa ser reconhecido, compreendido e elaborado.

Palavras-chave: energia emocional; contágio emocional; ambiente; relações humanas; psicanálise; sensibilidade; limites emocionais.

Introdução: Você já sentiu algo que não soube explicar?

Há lugares nos quais entramos e, sem que ninguém diga uma palavra, percebemos tensão. Há conversas que terminam, mas continuam ressoando dentro de nós durante horas. Existem pessoas cuja presença parece despertar ânimo, coragem e serenidade; outras, mesmo sem uma agressão evidente, deixam uma sensação de peso, inquietação ou esgotamento. No cotidiano, é comum chamarmos essas experiências de “energia”. Dizemos que alguém possui uma energia boa, que determinado ambiente está carregado ou que absorvemos a negatividade de outra pessoa.

Mas o que realmente estamos sentindo? Existe uma energia invisível passando de um ser humano para outro? Ou nosso corpo e nossa mente captam sinais tão sutis que a consciência não consegue nomeá-los imediatamente? A ciência ainda não comprova uma transferência de “energia positiva” ou “energia negativa” no sentido místico frequentemente atribuído a essas expressões. Isso, entretanto, não torna falsa a experiência emocional relatada por quem percebe mudanças profundas depois de entrar em certos ambientes ou conviver com determinadas pessoas.

A psicologia e as neurociências estudam fenômenos capazes de explicar parte dessas sensações: o contágio emocional, a leitura de expressões faciais, a percepção do tom de voz, a imitação involuntária de gestos, a sincronização entre pessoas e a influência social das emoções. A psicanálise, por sua vez, oferece instrumentos para compreender como conteúdos psíquicos circulam nas relações por meio de processos como identificação, projeção, introjeção e transferência.

Portanto, falar de energia pode ser uma maneira simbólica e popular de nomear aquilo que ainda não conseguimos traduzir em palavras: a linguagem silenciosa das emoções em circulação.

Talvez aquilo que chamamos de energia seja, muitas vezes, a linguagem silenciosa das emoções circulando entre as pessoas.

1. Pessoas-esponja: quando as emoções do ambiente atravessam nossas defesas

Algumas pessoas parecem possuir uma sensibilidade ampliada ao clima emocional que as cerca. Percebem rapidamente mudanças de humor, silêncios, olhares, tensões e contradições. Conseguem notar que algo está errado mesmo quando todos afirmam que está tudo bem. Popularmente, elas são chamadas de “pessoas-esponja”, porque parecem absorver o que acontece ao redor.

Essa expressão não corresponde a um diagnóstico clínico. Ela descreve uma experiência: sentir de forma intensa aquilo que se manifesta no ambiente e ter dificuldade para separar as próprias emoções das emoções alheias. Depois de ouvir alguém angustiado, a pessoa pode permanecer angustiada. Ao entrar em um grupo agitado, pode tornar-se inquieta. Diante de alguém hostil, pode sentir medo ou culpa antes mesmo de compreender o motivo.

A sensibilidade pode ser uma qualidade valiosa. Ela favorece a empatia, a escuta, a criatividade e a percepção das necessidades humanas. O problema surge quando perceber o outro significa abandonar a si mesmo. Sem limites internos suficientemente firmes, a pessoa passa a carregar conflitos que não lhe pertencem, sente-se responsável pelo equilíbrio de todos e transforma a empatia em sobrecarga.

Em alguns casos, essa vigilância emocional foi aprendida cedo. Uma criança que cresce em um ambiente imprevisível pode aprender a observar cada alteração na voz, no rosto e nos movimentos dos adultos. Antecipar o humor alheio torna-se uma estratégia de proteção. Na vida adulta, aquilo que foi necessário para sobreviver emocionalmente pode aparecer como atenção excessiva às reações dos outros.

2. A energia do outro pode mudar a sua vida?

As relações humanas têm poder. Uma palavra repetida durante anos pode transformar a imagem que alguém possui de si. A convivência com pessoas que ridicularizam sonhos pode diminuir a iniciativa; por outro lado, vínculos que reconhecem capacidades podem favorecer segurança e movimento. Isso não significa que outra pessoa controle completamente nosso destino, mas demonstra que ninguém constrói sua identidade isoladamente.

O contágio emocional é um fenômeno estudado pela psicologia social. Expressões faciais, postura corporal, voz, movimentos e comportamentos podem influenciar o estado afetivo de quem observa. Muitas dessas respostas acontecem de maneira rápida e parcialmente automática. Em uma conversa, podemos ajustar o ritmo da fala, imitar discretamente a expressão do interlocutor ou experimentar uma emoção semelhante à que ele demonstra.

Uma revisão recente de pesquisas com seres humanos descreve o contágio emocional como um processo que envolve imitação e sincronização de expressões, vocalizações e movimentos, produzindo aproximação entre estados emocionais. Entretanto, o campo ainda apresenta limitações metodológicas e precisa de amostras mais diversas. Portanto, é necessário evitar explicações absolutas: sentir-se diferente perto de alguém não prova a existência de uma transmissão invisível de energia, mas também não deve ser tratado como mera imaginação.

É possível acolher a experiência sem abandonar o pensamento crítico. O relato subjetivo diz o que a pessoa viveu; a investigação científica procura explicar como aquilo ocorreu. São perguntas diferentes, que podem dialogar sem serem confundidas.

3. O ambiente também educa a mente

O ambiente não é apenas o cenário onde a vida acontece. Ele participa da formação de crenças, expectativas, medos e possibilidades. A família ensina como o afeto é demonstrado; a escola pode fortalecer ou enfraquecer a confiança; o trabalho pode oferecer pertencimento ou produzir tensão permanente; a comunidade influencia aquilo que parece possível imaginar para o futuro.

A Organização Mundial da Saúde destaca que a saúde é influenciada pelas condições em que as pessoas nascem, crescem, vivem, trabalham e envelhecem. Renda, educação, moradia, trabalho, relações e redes de apoio interferem no bem-estar. Por isso, não é correto responsabilizar individualmente alguém por todas as dificuldades que enfrenta. Nem todos podem simplesmente sair de uma casa, abandonar um emprego ou escolher livremente as pessoas com quem convivem.

Dizer que “o meio define onde você chegará” pode soar poderoso, mas é excessivamente determinista. O meio exerce influência profunda, oferece ou retira oportunidades e pode alterar caminhos; contudo, não encerra todas as possibilidades de transformação. Existem história pessoal, recursos internos, encontros reparadores, políticas públicas, redes de apoio e oportunidades que podem modificar trajetórias.

Uma formulação mais justa seria: o ambiente não determina completamente o destino, mas pode facilitar, limitar ou redirecionar profundamente uma vida.

Ambientes seguros favorecem confiança, exploração e criatividade. Ambientes marcados por humilhação, desqualificação ou imprevisibilidade podem manter o organismo em estado de alerta. A mente aprende com aquilo que se repete. Quando o cuidado é constante, aprende-se que é possível confiar. Quando a ameaça é frequente, aprende-se a vigiar.

4. Nem tudo o que você sente começou em você

Somos atravessados por histórias, palavras, expectativas e silêncios. Em uma família, por exemplo, uma angústia pode circular sem ser nomeada. Um integrante demonstra irritação, outro tenta apaziguar, um terceiro se cala e alguém passa a acreditar que é culpado pelo desconforto coletivo. A emoção encontra diferentes formas de expressão, mesmo quando sua origem permanece escondida.

Na linguagem psicanalítica, a projeção ocorre quando conteúdos internos são atribuídos ao outro; a introjeção participa da incorporação psíquica de aspectos das relações; a identificação contribui para a constituição do sujeito a partir de figuras significativas; e a transferência faz com que sentimentos e padrões construídos em vínculos anteriores reapareçam nas relações atuais. Esses conceitos não significam uma passagem literal de energia, mas ajudam a compreender por que um encontro pode despertar afetos intensos e aparentemente sem origem.

Também é possível que uma pessoa chegue tranquila a um ambiente e passe a sentir tensão porque percebeu sinais reais: vozes contidas, corpos rígidos, olhares desviados, pausas incomuns ou hostilidade disfarçada. O cérebro reúne essas informações antes que a consciência formule uma explicação clara. A sensação pode surgir primeiro; a compreensão, depois.

Por isso, perguntar “isso é meu ou veio do outro?” nem sempre produz uma resposta simples. Talvez a emoção já existisse em estado latente e tenha sido despertada pela convivência. Talvez pertença à situação presente. Talvez seja uma lembrança emocional ativada por algo semelhante ao passado. O mais importante é não rejeitar imediatamente o que se sente, mas investigar sua origem, seu contexto e sua função.

5. Quando o ambiente entra em nós

O ambiente entra em nós por meio das experiências repetidas. Entra nas frases que passamos a dizer para nós mesmos, nos limites que julgamos não poder ultrapassar e nas escolhas que fazemos para evitar rejeição. Uma pessoa constantemente desvalorizada pode começar a duvidar de capacidades que antes reconhecia. Outra, acolhida em um vínculo respeitoso, pode descobrir forças que não conseguia acessar sozinha.

Na clínica, é comum perceber que certas vozes internas possuem uma história relacional. O pensamento “eu não sou capaz” pode carregar a marca de críticas antigas. A necessidade de agradar pode estar ligada ao medo de perder afeto. A dificuldade de dizer não pode resultar de uma aprendizagem segundo a qual estabelecer limites era perigoso ou significava decepcionar alguém.

Isso não significa que toda emoção venha de fora. O sujeito possui desejos, conflitos, fantasias e responsabilidades próprias. A reflexão madura evita dois extremos: acreditar que tudo é culpa do ambiente ou imaginar que o ambiente não possui qualquer influência. A vida psíquica nasce do encontro permanente entre mundo interno e realidade externa.

Para as pessoas altamente sensíveis, esse encontro pode ser especialmente intenso. Elas necessitam aprender que acolher não significa absorver; compreender não significa concordar; cuidar não significa assumir todas as responsabilidades; e estabelecer distância não é o mesmo que abandonar.

6. Energias que contagiam: ambientes que enfraquecem e ambientes que fortalecem

Quando utilizamos as expressões “energia positiva” e “energia negativa”, precisamos evitar a ideia de que pessoas sejam essencialmente boas ou ruins, luminosas ou sombrias. Seres humanos vivem emoções contraditórias. Alguém pode estar irritado hoje e acolhedor amanhã. Classificar pessoas rigidamente pode gerar julgamentos injustos e impedir a compreensão de situações complexas.

É mais adequado observar padrões de convivência. Depois de determinado encontro, você se sente respeitado ou diminuído? Pode expressar opiniões sem medo constante? Seus limites são considerados? Existe reciprocidade ou apenas cobrança? O ambiente permite descanso e espontaneidade ou exige vigilância contínua? Essas perguntas oferecem elementos mais concretos do que simplesmente concluir que alguém tem uma “energia ruim”.

As emoções agradáveis também se espalham. Esperança, humor, serenidade e confiança podem favorecer cooperação e abertura. Contudo, positividade saudável não é obrigação de parecer feliz o tempo todo. Negar tristeza, medo ou frustração em nome de uma suposta “boa vibração” pode produzir silenciamento. Um ambiente emocionalmente saudável não elimina sentimentos difíceis: oferece condições para que sejam expressos e elaborados com respeito.

Da mesma forma, proteger-se não exige romper todos os vínculos desconfortáveis. Em alguns casos, será necessário estabelecer distância; em outros, uma conversa clara, a reorganização da rotina ou a redução da exposição pode ser suficiente. Quando a situação ultrapassa os recursos individuais, buscar apoio profissional ou uma rede confiável pode ajudar a compreender padrões e construir alternativas.

7. Como reconhecer o que é seu e o que foi despertado pelo outro

Distinguir emoções exige pausa e observação. Antes de concluir que absorveu a energia de alguém, pode ser útil perguntar: como eu estava antes desse encontro? O que aconteceu objetivamente? Que palavras, gestos ou mudanças percebi? Essa sensação é conhecida? Ela lembra alguma experiência anterior? O que meu corpo está sinalizando? A intensidade diminui quando me afasto do ambiente?

Nomear a emoção reduz a confusão. Em vez de dizer apenas “estou com uma energia pesada”, pode-se investigar: estou cansado, apreensivo, irritado, triste, culpado ou sobrecarregado? Quanto mais precisa é a linguagem, maiores são as possibilidades de compreensão e cuidado.

Também é importante cultivar limites emocionais: reconhecer responsabilidades, reservar períodos de descanso, reduzir a exposição contínua a conflitos, não assumir o papel de resolver a vida de todos e preservar relações nas quais exista reciprocidade. Limite não é muro; é uma fronteira que permite proximidade sem desaparecimento de si.

Em situações persistentes, registrar emoções e contextos pode revelar padrões. A psicoterapia ou a análise podem oferecer um espaço protegido para compreender por que determinados ambientes despertam respostas tão intensas. O objetivo não é tornar a pessoa insensível, mas ajudá-la a utilizar sua sensibilidade sem ser consumida por ela.

Conclusão — Escolher ambientes também é cuidar da mente

Talvez jamais consigamos medir todas as experiências que popularmente chamamos de energia. Existem relatos, crenças e percepções que ainda não possuem comprovação científica sobre suas causas. Mas já sabemos que as emoções têm efeitos sociais, que os seres humanos percebem sinais sutis, que as relações influenciam comportamentos e que as condições de vida participam da construção da saúde mental.

Reconhecer isso não significa aceitar a ideia de que somos passivos diante do ambiente. Ao contrário, significa compreender as forças que nos atravessam para responder a elas com maior consciência. Nem sempre podemos escolher onde nascemos ou sair imediatamente de um espaço que nos desgasta. Podemos, porém, começar a identificar padrões, procurar apoio, fortalecer limites e construir, gradualmente, outras formas de convivência.

A pessoa-esponja não precisa perder sua sensibilidade. Precisa aprender que sentir o outro não exige carregar o outro. A empatia pode continuar existindo sem que a identidade seja dissolvida. O cuidado pode permanecer sem se transformar em sacrifício permanente.

Nem tudo o que sentimos nasceu dentro de nós, mas tudo aquilo que permanece em nós precisa ser reconhecido, compreendido e elaborado.

Escolher ambientes, quando isso é possível, é também escolher quais vozes terão espaço dentro de nós. E, quando não podemos escolher imediatamente, compreender o que nos atravessa já representa o início de uma mudança: a passagem da absorção inconsciente para uma relação mais livre, crítica e cuidadosa com aquilo que sentimos.

Referências essenciais

  • HATFIELD, Elaine; CACIOPPO, John T.; RAPSON, Richard L. Emotional Contagion. Cambridge: Cambridge University Press, 1994.
  • HERRANDO, Carolina; CONSTANTINIDES, Efthymios. Emotional Contagion: A Brief Overview and Future Directions. Frontiers in Psychology, v. 12, 2021.
  • MICHALEC, Barret et al. A scoping review of emotional contagion research with human subjects. Frontiers in Psychology, 2025.
  • VAN KLEEF, Gerben A.; CÔTÉ, Stéphane. The Social Effects of Emotions. Annual Review of Psychology, v. 73, 2022.
  • ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Social determinants of mental health. Genebra: WHO, 2014.
  • ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Social determinants of health. WHO, consulta em 2026.
  • FREUD, Sigmund. A dinâmica da transferência (1912). In: Obras completas.

Sobre a autora

Mirian Capistrano de Souza é Assistente Social Bacharelada pela UNIME, inscrita no Conselho Regional de Serviço Social da 5ª Região sob o nº 23.424, é Doutora em Psicanálise Clínica pela SAPDH, Pós-doutorada em Estudos Avançados do Comportamento e Desenvolvimento Humano pela Therapist University, Mestre em Neuropsicanálise e Especialista em Neurociência com PNL - UDEMY. Também possui formação em Psicanálise Clínica, Perícia Judicial e Pós-Graduação em Mediação e Conciliação de Conflitos.

É Membro do CNPC - Conselho Nacional de Psicanalista Clinico, do CBP - Conselho Brasileiro de Psicanalise e da SAPDH - Sociedade de Análise Psicanalítica e Desenvolvimento Humano, Sua formação multidisciplinar inclui ainda conhecimentos em Gestão Pública, Produção e Gestão Cultural, elaboração de projetos sociais e socioculturais, captação de recursos, políticas públicas, mediação de conflitos e desenvolvimento humano.

Sua trajetória profissional reúne experiências nas áreas de assistência social, saúde mental, Neuropsicanálise, gestão cultural, políticas públicas, meio ambiente, relações humanas e fortalecimento comunitário. Atuou como Coordenadora de Articulação e Participação Social no órgão ambiental do Estado da Bahia e exerce pela segunda vez, o Cargo e função de Diretora Municipal de Cultura de São Sebastião do Passé, desenvolvendo políticas publicas culturais, projetos e ações voltados à valorização dos artistas, à preservação da identidade cultural e à democratização do acesso à cultura.

Durantes mais de 15 anos exerceu o cargo de Presidente da Associação Beneficente, Cultural e Recreativa Flor do Agreste, instituição por meio da qual desenvolve iniciativas de inclusão, formação, cidadania, cultura, defesa de direitos e apoio às populações em situação de vulnerabilidade social. Sua atuação profissional é marcada pela integração entre conhecimento técnico, escuta humanizada, mediação, responsabilidade social e elaboração de projetos capazes de produzir transformação individual e coletiva.

Como pesquisadora, escritora e palestrante, dedica-se a temas relacionados à Psicanálise, Empreendedorismo, Neuropsicanálise, Neurociência, saúde mental, comportamento humano, relações afetivas, conflitos sociais e influência dos ambientes na constituição emocional do indivíduo. Em seus textos, procura aproximar o conhecimento científico e psicanalítico das experiências cotidianas, utilizando uma linguagem sensível e acessível para estimular reflexão, autoconhecimento, fortalecimento emocional e transformação humana.

Para Mirian Capistrano, compreender o ser humano exige reconhecer que sua história emocional não é construída isoladamente, mas no encontro permanente entre mente, corpo, vínculos, sociedade, cultura e ambiente.

Arteterapeuta, Assistente Social, Psicanalista e Supervisor
MIRIAN
Arteterapeuta, Assistente Social, Psicanalista e Supervisor

Sou a Drª Mirian Capistrano, Assistente Social, Doutora em Psicanálise Clínica, Pós-Doutorada em Estudos Avançados da Psicanálise, com mais de 3.600h de Aulas, Mestra em Neuropsicanálise, Auriculoterapeuta Especialista em Bandagem Auricular com MBA em Gestão de Politicas Publica, com Especialização em Perícia Judicial e Gestão de Pessoas. Minha formação é contínua, fundamentada em estudos avançados, cursos de aperfeiçoamento, laboratórios práticos e experiências reais com pessoas e comunidades diversas. É nesse encontro entre ciência, prática ...

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