A exaustão da maternidade atípica
Ser mãe solo atípica é ser forte até quando tudo o que você queria era desabar.
É acordar cansada e, mesmo assim, levantar.
É lutar por terapias, escola, direitos, respeito e inclusão, muitas vezes tendo que explicar o óbvio para quem deveria acolher.
É comemorar pequenas conquistas que, para o mundo, parecem simples, mas que para nós significam batalhas vencidas.
É ser mãe, cuidadora, advogada, professora, enfermeira, motorista, psicóloga, administradora… tudo ao mesmo tempo.
E, quando ninguém pergunta se você está bem, você continua.
Não porque seja fácil.
Mas porque existe um amor que te faz encontrar forças onde você jurava que não existiam.
Às mães solo atípicas: vocês não precisam ser fortes o tempo todo.
Vocês também merecem colo.
Merecem descanso.
Merecem apoio.
Merecem ser cuidadas.
E, principalmente, merecem lembrar que vocês não estão falhando por estarem cansadas.
Vocês estão fazendo o melhor que podem todos os dias.
Um abraço para toda mãe que carrega o mundo nos braços e ainda encontra forças para sorrir pelo seu filho.